Arma foi usada para que grupo criminoso cometesse assassinato
 
O FOLHA DO SUL ON LINE apurou que continuava trabalhando em uma unidade prisional de Vilhena, o policial penal preso esta semana, suspeito de fornecer armas para organizações criminosas que travam uma guerra por territórios na maior cidade do Cone Sul de Rondônia (ENTENDA AQUI).
 
Segundo informações obtidas pelo site, após uma pistola 9 milímetros usada em um assassinato ser encontrada com o autor do crime, o policial penal registrou queixa alegando que a arma, registrada em nome dele, havia sido furtada.
 
Com essa providência, o servidor público imaginava ter se safado das suspeitas de envolvimento no caso, mas acabou tendo a prisão decretada quando surgiram indícios de que ele atuava junto com os grupos criminosos.
 
Este policial tinha influência política e chegou a ocupar um cargo importante na segurança pública estadual. Ele também foi candidato a vereador na eleição municipal de 2020, em Vilhena, mas não passou nem perto de chegar à Câmara.
 
OUTROS CASOS
A categoria, que neste ano conseguiu eleger o vereador Silvano Pessoa pelo União Brasil, em Vilhena (ele próprio metido indiretamente em uma polêmica envolvendo mortes, mas sem participação na chacina), já esteve relacionada com outros crimes violentos registrados na cidade (VEJA AQUI).
 
No ano passado, um “agente penitenciário” também teve sua pistola calibre .380 usada em um crime. Porém, o homicídio não chegou a ser consumado porque os assassinos foram presos antes de executar a vítima (CONFIRA AQUI).
 
Nesta mesma ocasião, uma policial penal passou a ser investigada, ao ir levar comida para o namorado, que dirigia o carro usado na execução frustrada. Os envolvidos no caso foram presos e afastados das funções (CONFIRA AQUI).
 
Em 2023, outro policial penal foi condenado junto com um casal por participar de um homicídio. Ele foi condenado a 17 anos de prisão e continua cumprindo sua pena em Porto Velho (LEMBRE AQUI).