E esta não é a primeira vez que plantonista ignora as chamadas para o celular funcional
Na noite de ontem, durante patrulhamento pela avenida Paraná, nas proximidades da praça do ginásio “Geraldão”, bairro Alto Alegre, em Vilhena, uma guarnição da Polícia Militar flagrou várias pessoas que, ao verem a aproximação da viatura, passaram a se comportar de maneira suspeita.
Como o local é frequentado livremente por usuários de drogas e palco constante de atos de violência (inclusive mortes), os militares resolveram abordar alguns dos suspeitos. Um deles escondeu alguma coisa embaixo de um tijolo, e descobriu-se depois tratar-se de uma porção de maconha. Um dos abordados levou os policiais até sua casa, onde o documento de identificação dele foi encontrado.
Já outro suspeito, que estava usando tornozeleira eletrônica, mas não portava nenhum documento, expôs uma situação grave: com base no número de série do equipamento de série do suposto faccionado, a Central de Operações da PM ligou para a Colônia Penal, a fim de confirmar a identidade dele.
O policial penal responsável pela comunicação simplesmente não atendeu as chamadas feitas para seu celular funcional. Com isso, o suposto membro da organização, que seria ouvido como testemunha em uma situação de tráfico de drogas, precisou ser liberado, após ser apresentado na Unisp.
E esta não é a primeira vez que, ao ignorar as chamadas para seu celular, o policial penal plantonista prejudica o trabalho dos militares que estão nas ruas. Pelo número de série da tornozeleira daria pra saber tudo sobre o apenado: nome, idade, crime, rota, horários....
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 04 de Novembro de 2025, às 08:41