O final da greve da Polícia Civil no inicio do ano foi condicionada à análise pelo Governo do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) no prazo de 120 dias sob pena de retomada da paralisação pelos agentes de segurança.

Este prazo se encerrou no dia 30 de abril, mas foi prorrogado, a pedido do Governo, por mais 15 dias para que o Executivo Estadual concluísse a análise a apresentasse a contraproposta.

O que foi cumprido. Mas, segundo nota do Sindicato representante dos servidores da Polícia do Estado de Rondônia, a proposta do Governo alterou substancialmente o projeto enviado pelos servidores. “Não podemos aceitar de forma nenhuma que nossos policiais percam direitos que já recebem, nem mesmo aceitamos um plano que não contemple uma carreira justa para os policiais”, reza a nota.

Assim como no restante do estado, os servidores da Polícia Civil em Vilhena retomaram a greve às 7 horas da manhã de hoje, quinta-feira 16, e não tem data para retornarem as atividades, segundo José Dorival, delegado do Sinsepol em Vilhena. “Ao menos desta vez o Governo mantém diálogo com a categoria”, disse Dorival.