Ofensas teriam sido proferidas na presença de outros funcionários
Dois dias atrás, uma guarnição da Polícia Militar foi até uma loja na região central de Vilhena para atender uma ocorrência de ameaça envolvendo um homem e uma mulher, ambos funcionários do estabelecimento.
No local, a vítima contou que, durante uma discussão entre ela e o colega de trabalho, ele passou a lhe atacar usando a expressão “vagabunda”. Após a agressão verbal, o denunciado teria dado um tapa no rosto da mulher.
A denunciante disse à guarnição que esse tipo de comportamento do companheiro de serviço é corriqueiro, e citou que ele a difama dentro da empresa, proferindo frases como: “se você não quer trabalhar, vá para casa, vagabunda”. Detalhe: essas ofensas são proferidas na presença de outros funcionários.
A mulher agredida disse que o gerente da loja tem conhecimento da situação, mas não toma qualquer providência para dar fim aos ataques no ambiente de trabalho hostil.
Quando a equipe policial chegou ao local do tumulto e conversou com o acusado, ele admitiu ter empurrado a colega, momento em que o rosto dela foi atingido. Também assumiu tê-la chamado de “vagabunda”.
Ambos os envolvidos foram apresentados na Unisp. O denunciado se recusou duas vezes a assinar o Termo Circunstanciado.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 10 de Janeiro de 2026, às 08:14