A locatária alega que existem dois meses de aluguel em aberto
 
Ontem, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada e compareceu em um endereço no bairro São José, em Vilhena, para atender uma ocorrência envolvendo um desacordo comercial sobre a locação de um imóvel.
 
De acordo com a mulher de 28 anos que ligou para a corporação e pediu ajuda para resolver o impasse, o marido da dona do imóvel, com quem ela firmou o contrato de locação, apareceu no local, exigindo a desocupação da residência.
 
A inquilina alegou que o contrato está em vigor e que ela vem cumprindo regularmente com suas obrigações. Mesmo assim, o homem exigia que ela saísse do imóvel antes do término do contrato, sem apresentar justificativa legal ou acordo formal para rescisão antecipada.
 
A locatária alega que existem dois meses de aluguel em aberto, razão pela qual teria solicitado a desocupação do imóvel, “fazendo justiça com as próprias mãos”. Ela e o marido ainda estavam na varanda da residência alugada, tentando expulsar a locadora, quando a PM chegou.
 
A denunciante contesta a alegação do casal, afirmando que os pagamentos ainda não foram feitos devido o proprietário não ter passado a conta para depósito, e que eventuais valores encontram-se em discussão.
 
Foi lavrado o ermo Circunstanciado de Ocorrência em nome da dona do imóvel, uma mulher de 53 anos, que se comprometeu a comparecer em data e horário marcado na justiça, para que sejam adotadas as providências cabíveis.