Faleceu em casa, ao meio dia de ontem, em Florianópolis (SC), a comerciante Almira Ruth Lisboa, que chegou em Vilhena em 1975 e abriu a primeira confeitaria da cidade. Também foi dona do restaurante Santa Mônica, da banca de revistas e da loja de lembranças da rodoviária e do aeroporto. Vinda de Pato Branco (PR), Ruth permaneceu na cidade até 2002, quando se mudou para a capital catarinense.
De acordo com a filha da comerciante, Marlene Lisboa, que é produtora rural em Vilhena, ela teve sete filhos, dos quais seis estão vivos. Sua morte teria sido provocada por uma pneumonia. O velório de Ruth, que tinha 83 anos, está sendo realizado em Florianópolis, onde também acontecerá o sepultamento, às 14:00h de hoje.
“Poucos se lembram dos pioneiros que ajudaram a construir esta cidade, como é o caso da minha mãe”, queixou-se Marlene.
A filha de “Dona Ruth” também enviou mensagem sobre o falecimento da mãe pioneira:
“Não há palavras para expressar essa perda. Não há livro que descreva. Por isso o melhor jeito de consolar é falar pouco. Orar junto, sentir junto e estar presente, cada um do jeito que sabe. Palavras não explicam a morte de alguém querido. Quando outro morre, parte do mistério da vida vai com esse ser amado. Quem amou aqui, sem dúvida se encontrará no infinito. Te amo, mãe!”.