Construtor de 35 anos nega ter “mexido com mulher casada”
Médicos do Hospital Regional de Vilhena retiraram ontem a sedação do pedreiro de 35 anos que foi atacado a facadas em uma casa noturna e resgatado pelo Corpo de Bombeiros ferido em frente um a boate no bairro Jardim Primavera no final de semana.
Além do esfaqueamento do construtor, outro homem, de 28 anos, que estava no local também foi atacado com uma “arma branca”. A namorada dessa segunda vítima morreu no mesmo hospital para os feridos foram levados, mesmo sem ter sofrido lesões. O caso foi registrado na madrugada de domingo, 20 (ENTENDA AQUI).
Ainda falando com dificuldades, o homem esfaqueado desmentiu algumas informações que constam inclusive no Boletim de Ocorrência. Ele contou que estava sentado em uma mesa, bebendo com amigos em um bailão na avenida Rondônia, quando foi atacado pelas costas, levando sete facadas.
O pedreiro negou ter “mexido com mulher casada” e garante que não buscou uma faca e voltou ao bailão prometendo, segundo o BO, “fazer um churrasco”. A mãe dele mora a quilômetros do local do ataque e seria ali que, caso tivesse essa intenção, ele buscaria a arma, o que jura não ter feito.
Além de desconhecer os homens que o esfaquearam, deixando-o em estado grave, a ponto de um de seus rins precisar ser retirado pelos médicos que o atenderam, o paciente diz não saber a motivação da tentativa de homicídio à qual sobreviver.
A situação mais curiosa: o pedreiro não faz ideia de como foi parar na boate onde foi resgatado pelos Bombeiros e que fica na avenida 1.705. Ele apenas revelou que alguns dias atrás, foi agredido com chutes por pessoas que também não conhece.
Assim que se recuperar, o paciente deverá ser ouvido na polícia. A motocicleta usada por ele no dia do crime e que estava em poder de uma mulher, já foi devolvida.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 24 de Outubro de 2024, às 11:35