Gustavo Henrique Marçal Pereira, jovem desaparecido desde 28 de março de 2025, teria sido assassinado a facadas
O FOLHA DO SUL ON LINE apurou que seguem presos, em Vilhena, a mulher e o filho dela, acusados de assassinar um rapaz de 22 anos, cujos restos mortais foram encontrados ontem, enterrados em uma casa na região central da cidade (ENTENDA AQUI).
A mãe da vítima, que reconheceu a ossada através das roupas que foram desenterradas junto com os ossos, esteve hoje na Polícia Civil, onde foi feita a coleta do material que será usado em exames de DNA. O laboratório responsável pelas análises da saliva, que vão confirmar ou descartar a suspeita sobre a identidade do jovem assassinado, fica em Porto Velho. O resultado dos exames só sairá no ano que vem.
A mulher de 44 anos, suspeita de participação no assassinato, está detida na Colônia Feminina, enquanto o filho, de 23, aguardará julgamento na Casa de Detenção. As autoridades policiais não divulgaram o teor dos depoimentos dos suspeitos na Unisp. Também não se sabe o que ambos alegaram na audiência de custódia, prevista para ser realizada na manhã de hoje.
A Polícia Civil divulgou detalhes da Operação “Fossa Humilis” — expressão em latim que significa “cova rasa”. A ação teve como principal objetivo cumprir mandado de busca e apreensão em uma residência localizada na rua Marcos da Luz, nas proximidades do Escola Estadual Marechal Rondon, após investigações apontarem que Gustavo Henrique Marçal Pereira, jovem desaparecido desde 28 de março de 2025, teria sido assassinado e enterrado no terreno do imóvel.
De acordo com a Polícia Civil, a escolha do nome da operação está relacionada ao modus operandi dos suspeitos, que teriam matado a vítima a facadas e enterrado o corpo no quintal da residência. A brutalidade do crime motivou um trabalho investigativo intenso, reafirmando o compromisso da DERCCV com a elucidação de homicídios e o combate à violência em Vilhena.
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Da redação
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Publicado em 02 de Setembro de 2025, às 10:38