Na manhã de hoje, o soldador Leonardo Pereira Coelho, de 24 anos, deu entrada no Hospital Regional de Vilhena e teve que tomar sete tipos diferentes de medicamentos por causa de um acidente doméstico, sofrido horas antes, que tentava vacinar uma gata de rua que havia adotado. O rapaz, que recolhe animais vira-latas e cuida deles em casa, já tem meia dúzia de bichos (gatos e cachorros) que recolheu nas vias públicas da cidade.
Ao tentar imunizar a gata, de nome “Quiquê”, Leonardo contou com a ajuda do enteado de 7 anos, mas como o garoto não segurou bem a felina, ela deu uma mordia no braço do dono. O homem tentou se livrar do animal, mas ele continuava com os dentes cravados em sua pele.
Na tentativa de soltar a bichana, o jovem acabou matando a gatinha por enforcamento. Ele garante, no entanto, que não teve a intenção de executar a agressora. “Se eu recolho esses bichinhos que estão abandonados e dou carinho a eles, você acha que eu faria alguma maldade?”, questionou, ao relatar o episódio ao FOLHA DO SUL ON LINE.
Por causa do ferimento provocado pela mordida, o paciente teve que tomar vários remédios, pois os profissionais do HR não sabiam que tipo de doença a gata tinha. Na verdade, a recomendação da do serviço de epidemiologia recomenda que, em casos com este, o animal tenha seu comportamento observado durante vários dias. “Mas infelizmente, minha gatinha só tinha uma vida, ao contrário do que se comenta”, brinca o soldador.
Autor:
Irenaldo Malta
Fonte:
FS
Publicado em 11 de Julho de 2013, às 17:14