Em email enviado à redação do FOLHA DO SUL ON LINE, uma moradora da localidade conhecida como São Lourenço, que fica a cerca de 70 km de Vilhena, às margens da BR 364, relatou que a população daquela comunidade está abandonada pelo poder público.

 
A pequena vila, um dos distritos de Vilhena, ponto de entrada para diversas chácaras, sítios e fazendas, é também parada de caminhões que trafegam pela rodovia federal. Mas, o que a internauta relatou é que o “pátio” às margens da BR, no qual os caminhões param, está esburacado e poças de lama se formam a cada chuva, causando verdadeiros atoleiros.

Poças como a que atolou, na manhã de ontem, um caminhão bi-trem de uma empresa de transporte de Vilhena. O veículo preso no lamaçal foi fotografado pela própria moradora que fez a denúncia.

A denunciante disse que o perigo não é apenas de os caminhões atolarem. Ela afirma, e mostra com fotos, que a sair ou entrar na rodovia é um perigo, pois a erosão provocou um desnível considerável entre o asfalto e o pátio. 

A moradora disse que já procuraram diversas vezes o secretário de Obras de Vilhena, Elizeu Lima, que teria se comprometido a resolver o problema, mas nada foi feito até agora. “Nós estamos nos sentindo abandonados”, desabafa a moradora.