“Um dia que nada deu certo, do goleiro ao ponta esquerdo, nada deu certo”, foi com essa frase que o treinador Marcos Birigui tentou explicar o inexplicável: como uma equipe é tão apática e inexpressiva na primeira metade de uma partida, e tão viril e guerreira na segunda etapa da mesma partida?
Esses foram os panoramas desenhados pelo Vilhena neste domingo diante do Brasiliense, extremos que resultaram na eliminação do Lobo na Copa Verde.
Nos primeiros 45 minutos o Vilhena assistiu o Brasiliense jogar e viu Luiz Carlos abrir o Placar aos 10 minutos numa cobrança de falta indefensável para o goleiro Wagner, que sequer teve reação.
No local privilegiado que assistia a partida, viu também o segundo gol do Brasiliense, um chute cruzado da intermediária que entrou no canto esquerdo do gol vilhenense.
E o segundo tempo começou como terminou o primeiro, com o Brasiliense pressionando e logo aos 5 minutos, Luiz Carlos marcou o terceiro do Jacaré.
Foi aí que o Vilhena acordou. Comandado por Edilsinho, único que esboçou alguma reação no primeiro tempo, o Vilhena equilibrou a partida e chegou ao primeiro gol com o meio Edilsinho, aos 10 minutos.
Cinco minutos depois, Rocha cobra escanteio e Junior, que voltou depois de quase um mês lesionado, desviou de cabeça vencendo o goleiro Welder.
Inflamada com a ressurreição do time, a torcida pedia mais um. E veio, Edilsinho lançou Roallase que com calma encobriu o goleiro e deixou tudo igual no Portal da Amazônia.
Em um contra-ataque pela esquerda da defesa vilhenense, a bola é cruzada na área e o lateral Tiaguinho se atrapalha com o goleiro Wagner e a bola sobra para Luquinha que marca o quarto gol da equipe candanga e decreta a eliminação do Vilhena, aos 44 minutos da etapa final.
O Vilhena volta a campo na quarta-feira, 12, no Portal da Amazônia, diante do Palmeiras, pela Copa do Brasil.
Fotos
Autor:
Rogério Perucci
Fonte:
FS
Publicado em 09 de Março de 2014, às 23:51