De acordo com dados da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), o número de casas da cidade atendidas pelo Bolsa-Família, programa do governo federal gerenciado pelo município, é de 2.900. A média de pessoas beneficiadas pelos repasses passa de 11 mil.

O Bolsa-Família é um projeto de transferência de renda, que prevê doações em dinheiro. Os benefícios variam de R$ 40 a R$ 120, dependendo do número de crianças de cada família. O dinheiro é sacado em agências bancárias, através de cartões magnéticos com a senha do beneficiário.

Em entrevista ao www.folhadosulonline.com.br, a primeira-dama de Vilhena, Lizangela Rover, reconheceu a importância do programa, mas disse que pretende incrementá-lo. Segundo ela, em breve a Semas vai promover palestras para explicar aos incritos no benefício os critérios para continuar recebendos os repasses. Lizangela também quer ministrar cursos para que as pessoas carentes aprendam noções básicas de cidadania, higiene e saúde. A titular da Pasta municipal que assiste as famílias de baixa renda disse que só entregar dinheiro ou donativos não ajuda ninguém a superar a pobreza. “É preciso que as pessoas também sejam educadas para melhorar seus níveis de vida. Através de ensinamentos básicos, se Deus quiser, vamos elevar também a auto-estima do nosso povo carente”, prega a primeira-dama.

ATUALIZAÇÃO - Os beneficiários do Bolsa Família tem até 31 de outubro para atualizar os dados. Quem não cumprir a determinação terá o cartão bloqueado. A atualização pode ser feita até 31 de dezembro para evitar o cancelamento.

Na região norte, mas de 87 mil famílias ainda não se recadastraram. Destas, 13.500 apenas em Rondônia. Entre os dados a serem fornecidos estão a mudança de endereço, renda mensal e quantidade de membros da família.