Com uma micro saia, a apresentadora falou de tudo e não teve pergunta que ela deixasse de responder. “Se a situação de São Paulo melhorasse eu até topava”, brincou Gimenez ao comentar se “pegou” ou não as personalidades que apareciam no telão, que nesse caso foi o governador Geraldo Alckmin.
Luciana Gimenez falou sobre o início da carreira de modelo, que na época as brasileiras não tinham a moleza de hoje, “não estavam na moda”, disse. Ao chegar nas agências, Gimenez era sempre criticada pelo seu nariz, mas aguentou firme e não fez cirurgia plástica.
Também confessou que sofreu bastante na adolescência, porque as amigas de colégio a chamavam de saracura, devido as pernas longas. “Chorava muito, eu chorava demais. Tanto que colocava uma calça de moletom por baixo do jeans”.
Ela também deixou escapar que trabalhar com o marido não é a dela. Luciana Gimenez apresentava o Mega Senha com Marcelo de Carvalho, um dos donos da RedeTV!, e com a gravidez se afastou. Durante a entrevista, quando perguntada se assistiu ao programa de Fátima Bernardes, ela lembrou o fato de a josnalista ter traballhado com William Bonner, no Jornal Nacional, da Globo: “Compadeço com a Fátima Bernardes, não é fácil trabalhar com o marido, principalmente quando ele é o patrão”.
E claro que o assunto “Mick Jagger” não podia faltar. A apresentadora comentou que o filho não liga muito para essa coisa do pai ser uma lenda viva do rock mundial: “Ele fala que o pai dele é meio famoso. Acha que é um pai normal”.