Um leitor do FOLHA DO SUL ON LINE entrou em contato com a redação, na tarde desta terça-feira, 10, para reclamar da situação dos carros que são apreendidos pelo Batalhão de Trânsito e recolhidos ao pátio da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran). De acordo com o internauta, a maioria dos carros e motos corre risco de apodrecer sob sol e chuva no local, já que poucos são mantidos em local coberto.
O autor da queixa disse que teve sua moto apreendida e foi obrigado a pagar três diárias de R$ 8,00 além de R$ 72,00 referente à taxa de liberação. O leitor revelou que, quando o veículo foi levado para a Ciretran, escreveu um documento para que os responsáveis pela entidade assumissem o compromisso de conservar a moto. Ninguém quis assinar o termo, mas não houve danos ao bem retido, até porque eles acharam um espaço coberto no local para deixa-lo.
O que o leitor critica é o fato de a autarquia receber o valor das diárias e a taxa de liberação e manter os veículos em condições inadequadas. “Estou me doendo é pelos outros donos de carros e motos, que têm seu patrimônio dilapidado pela incompetência da Ciretran local”, revelou o denunciante, pedindo para ter sua identidade preservada a fim de evitar retaliações.
Pessoas que têm veículo apreendido têm até 90 dias para regularizar a situação. Pelo menos em Vilhena, a maioria dos carros e motos que vão para a Ciretran passam a maior parte do tempo sem cobertura e sofrem danos nas pinturas, além de outros problemas decorrentes da exposição.