Minutos atrás, o autônomo Cleiton Amaral Paiva, de 21 anos, esteve na redação do FOLHA DO SUL ON LINE para corrigir uma informação falsa, supostamente fornecida de propósito à polícia pelo próprio irmão, e que chegou a lhe causar transtornos e constrangimentos.

De acordo com o rapaz, que atua no segmento de pinturas, ao ser preso, depois de violentar uma mulher no Setor 19, Clelton Amaral Paiva substituiu uma única letra do próprio nome e complicou o irmão inocente. Cleiton, que é trabalhador, casado e nunca teve passagem pela polícia, disse que tomou conhecimento da situação através de vizinhos. Eles teriam visto a reportagem sobre a prisão de Clelton (nome do verdadeio maníaco), publicada no FOLHA DO SUL ON LINE e o avisado.

Cleiton diz que o irmão preso é dependente químico há dois anos e que já tentou se livrar das drogas, inclusive sendo internado em clínicas de recuperação. O pintor diz que a mãe, funcionária pública municipal, está transtornada com o crime cometido pelo jovem, apanhado pouco tempo depois de obrigar uma mulher que havia dado à luz recentemente a masturbá-lo.

Com receio de mostrar o rosto e ser ainda mais prejudicado no comércio local, onde faz compras e tem o nome limpo, o jovem que quase “pagou o pato” pelo irmão dois anos mais velho, disse que, ao contrário de Clelton, não tem qualquer envolvimento com drogas.