O assassinato da estudante Elaine Ovickzi, de apenas 18 anos, ocorrido às margens da rodovia RO-399 (Colorado-Vilhena), a poucos metros da Escola Progresso, onde ela estudava no distrito de Perobal, na manhã de quarta-feira, 20, depois de semanas sendo ameaçada pelo ex-namorado, Gilmar Moreira dos Santos, 23, que a executou com cinco tiros, dois deles nas costas, quando Elaine já estava caída, despertou perguntas inquietantes:

 

1. Se Gilmar já havia trocado tiros com a polícia na saída de um bailão uma semana antes, por que não foi detido?

 

2. Se um boletim de ocorrência narrando as ameaças foi lavrado na tarde de sábado, por que nenhuma medida protetiva foi tomada para tentar salvar a vida de Elaine?

 

Saiba a resposta para estas e outras indagações em matéria exclusiva do repórter especial Carlos Macena na edição impressa da FOLHA que circula neste sábado.