“O casal tinha um filho de 11 anos, cujo sorriso era motivo de orgulho constante para a mãe”
 
Saiu no estreante, mas já respeitado jornal “Cool do Mundo”, publicação que circula semanalmente através da internet e do WhatsApp, detalhes que outros veículos de comunicação não publicaram sobre a tragédia que marcou a semana em Vilhena: a morte trágica da comerciária Leliane Costa Reginaldo, de 33 anos (LEMBRE AQUI). CONFIRA ABAIXO:
 
“Leliane estava levando marmita para o marido borracheiro; deixou filho de 11 anos. Quais eram os sonhos de Leliane Costa Reginaldo? Quem era a mulher que perdeu a vida no trânsito de Vilhena nesta semana?
 
Sonhos interrompidos em menos de um minuto, no meio da rotina simples de uma família trabalhadora. Naquela hora, Leliane carregava a marmita do almoço para o marido, dono de uma borracharia na Avenida 34.
 
O casal tinha um filho de 11 anos, cujo sorriso era motivo de orgulho constante para a mãe, que não se cansava de elogiar nas redes sociais o brilho do menino. Balconista em uma loja de confecções, natural de Cerejeiras e moradora do bairro Moisés de Freitas, em Vilhena, Leliane vivia como tantas brasileiras comuns: trabalhando, cuidando da casa, indo à igreja.
 
Montada em sua moto Biz, esperou o sinal abrir, como mostram as câmeras de segurança. Mas foi atingida em cheio por uma caminhonete em alta velocidade. O asfalto quente recebeu seu corpo moreno, marcado por múltiplas fraturas. A vida se esvaiu ali, transformando-se em mais uma estatística fria.
 
Mas Leliane não era número. Era mãe, esposa, filha. Deixou um menino órfão, deixou um marido viúvo, deixou uma ausência que não cabe em relatórios. O motorista envolvido, um dentista aposentado, ficou abalado, segundo testemunhas. Mandou advogados à família e custeou o velório e o enterro, no valor de R$ 4.500”.