“Sou o maior interessado em ver todo esse caso esclarecido”, diz Luiz Henrique
Em entrevista exclusiva concedida ao FOLHA DO SUL ON LINE na manhã desta quinta-feira, 01, o empresário Luiz Henrique Silva, de 31 anos, dono de uma cerâmica e de outros negócios na cidade de Colorado do Oeste, acompanhado por seus advogados, Lídio e Márcio Barbosa, comentou a ação policial em sua casa na manhã de ontem (LEMBRE AQUI).
Investigado como suspeito de envolvimento na morte do fazendeiro Vilmar José Pizzi, de 57 anos, que era seu sócio, assassinado a tiros na zona rural de Cerejeiras no início do mês passado, Luiz nega qualquer participação no crime.
O entrevistado contou que, pouco antes do assassinato, ele se reuniu com Vilmar para acertar a venda da cerâmica que ambos possuem em Colorado, e que havia sido comprada por empresários de Sapezal, em Mato Grosso. Os dois também eram sócios em um imóvel na região de Verê, cidade paranaense que era terra natal de Pizzi.
O produtor rural paranaense também estaria negociando a fazenda onde seu corpo foi encontrado em Cerejeiras. A propriedade, que ele visitava frequentemente, também pertencia a vários outros sócios. Não foi revelado o valor do negócio e nem de onde é o interessado na compra da terra.
Luiz Henrique diz que está sendo investigado porque foi a última pessoa com quem o sócio falou, mas se mostra tranquilo. “Além de muito respeito, eu tenho gratidão pelo Vimar. Eu era gerente do dono anterior da cerâmica e o Vilmar me deu a oportunidade de ser sócio dele”.
A família nomeou um advogado que é genro de Pizzi para acompanhar a venda da cerâmica de outros bens, que acabaram atrasando em virtude do crime e do inquérito policial para investigar a morte dele.
“Sou o maior interessado em ver todo esse caso esclarecido”, finalizou o empreendedor, que também atua com drones usados em lavouras e mora em Colorado do Oeste desde a infância.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 01 de Agosto de 2024, às 14:41