A que tipo de sofrimentos uma brasileira sozinha, pobre e doente precisa ser submetida para que o INSS a considere merecedora de receber um auxílio-doença, uma aposentadoria por invalidez ou algo que o valha?
A FOLHA publicou há cerca de dois meses a história de Antonia da Silva Costa, de 43 anos, cearense que deixou sua terra natal há 20 anos.
Ela vive de migalhas da família – um prato de comida, um vidro de remédio, uma faxina de favor, cuida de um criança aqui, outra ali.
Busca, há mais de um ano, aposentar-se por invalidez. Em vão: o INSS nega-lhe o benefício, dizendo que ela tem “condição laborativa”.
Saiba qual foi a resposta da instituição a um novo pedido de Antonia em matéria exclusiva do repórter especial Carlos Macena na edição impressa da FOLHA que circula neste sábado.