O caminhoneiro Lindomar Castilho da Silva Lessa, de 37 anos, chegou por volta de 7h da manhã do domingo (20) para pegar seu caminhão Volvo modelo 380 que havia pernoitado no pátio do posto Ouro Verde, na avenida Paraná, e notou que estava faltando a bateria do veículo.
Lindomar seguiu as pegadas deixadas pela pessoa que havia retiorado o equipamento e a encontrou já instalada em um outro caminhão Volvo, só que do modelo 360.
O motorista do caminhão onde a bateria de Lindomar estava instalada é Antônio Marcos de Oliveira Pinto, de 32 anos. Lindomar também acusou o colega de ter furtado óleo diesel do seu caminhão. Havia um galão de 20 litros ao lado do caminhão de Antônio que, supostamente, foi usado para o transporte do combustível.
Segundo está descrito no Boletim de Ocorrência Policial, as pegadas deixadas pela pessoa que possivelmente furtou a bateria do caminhão de Lindomar são semelhantes às do tênis de Antônio.
Mas, o acusado alega que comprou a bateria de um sujeito moreno e de estatura mediana e que pagou por ela a quantia de R$ 30. Ele disse também saber que se tratava de produto de roubo, tendo em vista o preço que ele pagou.Uma bateria daquela vale aproximadamente R$ 480. “Se eu soubesse que tinha roubado aqui perto não teria comprado”, disse o caminhoneiro.
Diante dos fatos foi dado voz de prisão a Antônio e ele foi levado a Delegacia de Polícia Civil junto com os objetos do furto e o calçado que se assemelha à pegada encontrada próximo ao caminhão.