A Polícia Civil de Cerejeiras ainda não tem pistas sobre o assassino de Jolvani Feris Cortez, de 29 anos, morto com três tiros na noite de ontem. Como os agentes da Civil na cidade vizinha estão em greve, o trabalho de investigação poderá se estender até que o homicida se livre do flagrante.

De acordo com o perito Rivadávia Marcelino, que foi acionado por volta da meia-noite de ontem e saiu de Vilhena para fazer o laudo sobre a morte, Cortez teria sido assassinado por volta das 22:00h. O corpo começava a ficar rígido quando o perito chegou ao local, às 2:30h de hoje. O rapaz foi alvejado com um tiro nas costas e dois no rosto. O policial técnico acredita que o primeiro disparo foi feito quando o jovem tentava fugir e os outros, com ele já caído.

Pelas marcas de pneus e vestígios nas proximidades do corpo, Ricadávia acredita que a vítima tenha sido levada até ali dentro de um carro. Teria havido luta entre Jolvani (que segundo policiais de Cerejeiras, trabalhava em uma fazenda da região) e o provável assassino. O crime aconteceu na periferia da cidade, nas proximidades de uma carvoaria, na mesma área onde morava o morto. A polícia destaca como provável motivo da execução desentendimento por causa de drogas.