Mulher negou agressão e revelou ter sido chamada de “vagabunda e puta”
No início da noite de ontem, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de violência doméstica (com lesão corporal e ameaças) envolvendo uma mulher de 41 anos e o marido dela, de 34, em Vilhena.
Ao conversar com os policiais envolvidos na apuração, o homem acusou a esposa de tê-lo atingido com uma tijolada na cabeça. O denunciante também apresentava arranhões no pescoço e corte no braço esquerdo.
Na residência do casal, a mulher acusada contou aos militares que ela e o marido estavam ingerindo bebidas alcoólicas, quando o homem a chamou de “vagabunda e puta”.
Ela disse não ter sido agredida naquela data, mas apresentava corte no pé direito e mancha no braço esquerdo, porém estas lesões teriam sido provocadas pelo marido na semana anterior.
A mulher negou que tivesse dado a tijolada alegada pelo denunciante, argumentando que ele provavelmente teria se envolvido em uma briga de rua, já que havia saído de casa após a discussão entre os dois e voltado já com o sangramento na cabeça.
Na Unisp, para onde os envolvidos no episódio foram levados, o homem disse que a esposa afirmou que “vai mandar matá-lo”. A motivação aparente da briga seriam os desentendimentos conjugais, agravados pelo consumo de álcool, circunstância que potencializou a violência verbal e física, expondo os envolvidos e seus filhos menores aos riscos do ambiente hostil.
Aliás, quando o homem e a mulher foram levados para que a ocorrência fosse registrada na Unisp, permaneceram na residência os filhos do casal, uma adolescente de 13 anos e uma criança de 10 anos, sob os cuidados da filha mais velha.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 04 de Maio de 2026, às 11:20