Por volta das 06h30 desta segunda-feira, 04, a Polícia Militar compareceu ao número 7336 da rua B, no bairro Embratel, em Vilhena, para averiguar uma denúcia feita à Central de Operações da PM, que informava sobre um possível suicídio.

Ao chegarem ao local os policiais encontraram a vítima, o pedreiro Adriano Novak, de 34 anos, caído no piso da sala da residência, com sinais de enforcamento. Os Bombeiros também estiveram no local e constataram que o rapaz já estava em óbito.

A perícia confirmou a existência de marcas de cordas no pescoço da vítima e encontrou uma corda amarrada a um caibro, por sobre a geladeira. Mas, até o momento, a perícia não pode afirmar se a causa da morte foi por enforcamento, como afirma a esposa da vítima.

A mulher de 27 anos e inicias M.C.C., alega que encontrou o marido enforcado ao se levantar pela manhã. Segundo M.C.C., ela cortou a corda que estava no pescoço da vítima.

Informações de parentes da vítima dão conta de Adriano e a esposa eram usuários de drogas e que as brigas e as agressões entre ambos eram frequentes.

Uma testemunha disse à polícia que ouviu durante a madrugada uma discussão entre o casal onde a vítima teria dito: "Você não precisa de uma faca para me matar, se quiser me matar pode me matar". A testemunha disse que depois disso não ouviu mais nada.

Com base nas circunstâncias da morte e nas informações de testemunhas, a polícia trabalha, além da possibilidade de suicídio, também com a possibilidade de homicídio.

A esposa de Adriano foi conduzida a Delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos a cerca da morte do esposo.