A empresa vilhenense do ramo de confecções Malha Sul, vem tendo o nome usado por um homem identificado como Claudionor Costa Figueira, na aplicação de golpes em diversas cidades.
No final da manhã de ontem (sexta-feira, 04), o empresário Valdir Arruda, dono da Malha Sul, esteve na redação do FOLHA DO SUL ON LINE com cópias dos boletins de ocorrência registrados contra Claudionor e contou como tudo começou.
O empresário iniciou sua narrativa dizendo que tem recebido, nos últimos dias, diversos telefonemas de “clientes” de algumas cidades de Rondônia e outras do Mato Grosso questionando a respeito da entrega dos pedidos. “Pessoas de Pimenta Bueno, Alta Floreta e até de Tangará da Serra e Barra do Bugres, no Mato Grosso me ligaram para saber dos pedidos, mas esses pedidos não existem, nunca foram feitos”, disse.
De acordo com o empresário, Claudionor apareceu na empresa procurando emprego de vendedor e o que ficou acordado entre as partes é que, em regime de experiência, ele trabalharia alguns dias em Vilhena. Mas, o acusado foi até Pimenta Bueno, onde efetuou algumas vendas e recebeu parte do valor dos pedidos como entrada. Dinheiro que não foi repassado para empresa.
Na última sexta-feira, 27, proprietária da empresa Malha Sul, esposa de Arruda, procurou a Delegacia de Polícia Civil de Vilhena para registrar uma ocorrência contra a pessoa de Claudionor Costa Figueira, pois segundo a vítima o homem continua utilizando o nome de sua firma nos golpes.
Segundo Valdir, ao retornar de Pimenta Bueno, o golpista ainda entregou alguns pedidos, mas faltavam notas no bloco. Foi pedido a ele que devolvesse o talão e o mostruário e que não realizasse mais o trabalho. De acordo com empresário, Claudionor disse que iria buscar os objetos, mas não retornou mais.
O golpe aplicado pelo rapaz somente foi descoberto pelo empresário quando as pessoas começaram a ligar para a empresa perguntando se os uniformes estavam prontos.
Além do boletim de ocorrência por estelionato, o empresário registrou outro por roubo, tendo em vista que ele se apoderou de maneira indevida, tanto do mostruário quanto do bloco de pedido da empresa.
O caso esta sendo investigado pela Polícia Civil.