Que é costumeiro fazer frio durante a festa da Expovil, ninguém discorda. E, este ano, quem acabou levando o prejuízo com as baixas temperaturas foram os recintos que vendiam a “queridinha dos brasileiros”.
Roseane Gonçalves Sabino, funcionária de um dos comércios instalados no Parque de Exposições de Vilhena revela que a queda nas vendas de cerveja é visível por conta do tempo frio e o forte vento que tem arrebatado a maior festa agropecuária do Cone Sul: “As pessoas perdem a vontade de tomar uma cerveja gelada. As vendas caem bastante”. E para não ficar atrás, a moça diz que ela e os colegas de atividade se adaptaram e fizeram o chamado quentão para as noites geladas. Roseane garante que a típica bebida quente, feita com gengibre e especiarias, tem tido ótimas vendas. “Nesse friozinho, nada melhor que algo para esquentar. Só na noite de domingo, 3, foram vendidos 24 litros da bebida”, revela Roseane.
Quem também falou à FOLHA DO SUL ON LINE sobre o tema foi Wagner Schmoell, um dos responsáveis pelo comércio de bebidas quentes localizado dentro do Salão Principal. Segundo o jovem, com o frio, as pessoas buscam lugares fechados como os salões e as galerias. E acabam escolhendo uma das várias opções de bebidas quentes que são preparadas no ambiente, que vão desde vinhos a caipirinhas.