Acusado disse que a vítima só sairia do imóvel “morta”
Na tarde de sexta-feira, 26, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada e compareceu em uma residência no bairro Moysés de Freitas, em Vilhena, após receber denúncias de que ali estaria acontecendo situações de cárcere privado, ameaça e lesão corporal.
Na residência, os militares ouviram o relato de uma mulher de 31 anos, que contou que, no dia anterior, ao entrar em um dos quartos, sentiu um forte odor de maconha. Em seguida, ela encontrou um pote lacrado contendo a erva, momento em que fez fotos e vídeos do material, enviando as imagens para sua mãe.
A mulher questionou o companheiro, de 31 anos, se ele era dono “daquilo”, ele confirmou e disse possuir “um quilo” do entorpecente. Na sequência, quando a mulher ameaçou deixar a casa, o homem tomou o celular dela e ameaçou, dizendo que a vítima só sairia do imóvel “morta”.
Naquela manhã, o acusado impediu que a mulher saísse para trabalhar, e ele mesmo levou o casal de filhos à escola, deixando a vítima trancada. Já no período da tarde, quando o homem foi ao banheiro, a vítima correu e pediu socorro em uma casa vizinha.
Quando a polícia foi acionada e chegou ao local, o acusado já havia fugido em sua motocicleta. Os militares tentaram, mas não conseguiram encontrar o pote de maconha. A mulher, então, foi apresentada na Unisp, para acompanhar o registro da ocorrência.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 28 de Setembro de 2025, às 06:35