Aos 20 anos, o estudante Heron Volpi é o único vilhenense que trabalhou para a Fifa, como voluntário, na Copa do Mundo. O jovem, que cursa o último ano de Relações Internacionais na Universidade Federal da Grande Dourados, no Mato Grosso do Sul, se inscreveu para trabalhar no Mundial e atuou na Arena Pantanal, em Cuiabá (MT), que foi palco de quatro confrontos internacionais.
Filho do advogado César Volpi, um dos mais antigos em atividade em Vilhena, Heron iria inicialmente ser escalado para trabalhar na Arena da Amazônia, em Manaus (AM), mas um problema no embarque acabou fazendo com que a Fifa o realocasse na capital matogrossense.
Segundo o pai, o universitário gostou da experiência, pela qual não recebe salário. “A Fifa banca apenas alimentação, transporte, acomodação e vestuário”, explica César, acrescentando que incentivou a participação do rapaz na Copa.
O raciocínio do advogado é que, atuando como tradutor e encaminhando jornalistas de vários países para o Centro de Imprensa da Arena Pantanal, Heron enriqueceu o próprio currículo e tem chance, inclusive, de ser contratado em definitivo pela própria Fifa.