Depois das consultas, exame de sangue constatou que o garoto estava com infecção
 
Já chegou ao Ministério Público, será investigado pela Polícia Civil e também deverá motivar uma ação indenizatória na justiça, a morte de um bebê de apenas 1 ano e 5 meses, cujo corpo foi velado e sepultado na cidade de Chupinguaia no domingo, 15.
 
O FOLHA DO SUL ON LINE ouviu uma pessoa próxima à família do pequeno Anthony, que começou a passar mal de segunda para terça, dias 8 e 9, recebendo atendimento médico inicialmente no distrito do Guaporé, pertencente a Chupinguaia.
 
Quando os familiares do menino explicaram que ele estava com os joelhos inchados, o profissional de saúde o Guaporé prescreveu um medicamento para dor. Segundo os parentes do garotinho, o médico teria dito que aquele problema era normal na fase de crescimento.
 
Horas mais tarde, o menino foi atendido por outro médico em Chupinguaia, e novamente, mandado para casa com a prescrição do medicamento que deveria tomar. Quando a situação aparentou piorar, o pequeno paciente foi levado novamente para Chupinguaia.
 
Após a médica também não diagnosticar nenhuma gravidade na situação, mesmo Antony não conseguindo urinar, ele fez um exame de sangue, que constatou uma forte infecção.
 
Trazido para a UPA de Vilhena pela própria família em um veículo particular, o bebê foi transferido para o Hospital Regional na quinta-feira, 12. Ao perceber que o caso era grave, os médicos recomendaram a transferência da criança para Cacoal, onde ela foi intubada.
 
No início da noite de sábado, 14, Anthony faleceu no Hospital Regional, em Cacoal.  No Atestado de óbito, constam como causas do falecimento, pneumonia, artrite e falência dos rins.
 
Além de denunciar no MP o que considera “falha de conduta” dos três primeiros médicos que lidaram com o caso em Chupinguaia, a família do menino já contratou o advogado e pretende levar o caso à justiça.