Loira, alta e modelo, Emanuelle Scotegagna Leal, 15, precisou de uma autorização de seus pais lavrada em cartório para poder participar da seleção de candidatas a Rainha da Expovil e agora trabalha com convicção para o dia do baile que escolherá a vencedora se tornar, para ela, um momento de consagração.
Emanuelle, a mais nova do concurso, está sempre coma mãe Adriana, que apóia o sonho da filha de ser Rainha da Expovil. “Decidi participar antes porque, além de acreditar que tenho chances, tive o apoio total da minha família e patrocínios maravilhosos que não me permitiram desistir”, conta.
Para Emanuelle, levar a faixa de Rainha é mais do que status, é para ela maior oportunidade de trabalhos como modelo e uma forma de representar a cidade. “Todas querem o título, mas poucas sabem usar a faixa com responsabilidade e fazer jus ao maior evento agropecuário do Cone Sul”, afirma.
Cerejeirense de nascimento e Vilhenense de coração, Emanuelle chegou na cidade com 7 anos de idade e afirma que está contando com torcidas em ambas as cidades.
Explicando que as candidatas receberam tanto elogios como criticas do público, Emanuelle fala que tenta relevar o que não lhe faz bem. “Já foi muito difícil chegar até aqui, conciliar tudo, correr atrás de tudo que era necessário, não serão as criticas que irão impedir nenhuma de nós desistir. São elas que me impulsionam e me fazem crescer emocionalmente”, diz.
Para Emanuelle, uma Rainha para vencer precisa ser simpática, ter uma boa apresentação, ter humildade e não deixar a popularidade subir a cabeça, pois o título não só a beneficiará, mas seu comportamento poderá também tanto agregar valores positivos como depreciar a Expovil.