Em casos de morte violenta, a lei obriga a realização da necropsia
Ontem, no momento em que o corpo do jovem Cláudio Ribas da Silva, de 24 anos, estava sendo velado na Capela Mortuária de Vilhena, a funerária responsável pela cerimônia recebeu uma ordem da Polícia Civil para levar o corpo até seu laboratório, onde uma necropsia teria que ser realizada.
O site entrevistou o pai do rapaz, ferido a canivetadas pelo próprio irmão, mas de maneira involuntária. O idoso fez uma revelação surpreendente: disse que, em uma das cirurgias às quais foi submetido, o pintor automotivo teve seu intestino perfurado (LEMBRE AQUI).
Após a interrupção da despedida fúnebre, que havia começado durante a madrugada, o corpo foi aberto por um médico do IML, o que atrasou a cerimônia em várias horas e submeteu a família a uma dor adicional.
Em casos de morte violenta, a lei obriga a realização da necropsia. No caso de Cláudio, foi emitida apenas uma Declaração de Óbito. A causa da morte foi apontada como “insuficiência respiratória no pós-operatório de Laparotomia”. O resultado da necropsia ainda não foi divulgado.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 11 de Outubro de 2025, às 06:48