Juliana chegou a ser aprovada para atuar como professora voluntária no curso de Direito da UNIR, Campus Vilhena
 
Por telefone, o FOLHA DO SUL ON LINE entrevistou, na manhã deste sábado, 7, a dona de um salão de beleza em Vilhena, que era uma das pessoas mais próximas da professora universitária Juliana Mattos de Lima Santiago, assassinada a facadas por um aluno ontem, dentro da faculdade em que lecionava, em Porto Velho (LEMBRE AQUI).
 
Segundo a entrevistada, a baiana de salvador morou por mais de 15 anos em Vilhena, antes de se mudar, um ano e meio atrás, para a capital onde foi morta ontem. Aqui, ela também conciliava as aulas em outra faculdade, com o trabalho como escrivã na Polícia Civil.
 
A esteticista de 55 anos conta que Juliana, que se separou cerca de 3 anos após chegar em Vilhena, e não tinha filhos, a tratava como mãe. E, mesmo após a mudança, as duas sempre conversavam quando a professora/policial de 41 anos visitava a cidade.
 
Michela diz duvidar da versão apresentada pelo assassino, de que teria mantido um relacionamento amoroso com a vítima, e que teria agido por ciúmes. “A Juliana era uma mulher da igreja, e tinha um namorado atualmente”, conta, acrescentando que o policial federal com o qual ela estava se relacionando, veio ao seu salão, em Vilhena.
 
Evangélica, Juliana era da cidade de Salvador (BA), mas ainda não se sabe onde o corpo dela será velado e sepultado. Ela chegou a ser aprovada para atuar como professora voluntária no curso de Direito da UNIR, Campus Vilhena.