Os produtores rurais que são obrigados a plantar o milho “safrinha” no intervalo da colheita de soja colheram pesados prejuízos; a cotação está em baixa e as perspectivas a curto prazo não são as melhores. Somando tudo, explica-se porque não teve o público esperado o Dia de Campo do Milho promovido pela Embrapa Vilhena na última quinta-feira, 24, em seu campo experimental às margens da BR-364.

Mas um convidado especial, vindo de Sete Lagoas (MG), doutorado em Melhoramento de Plantas, revelou à FOLHA outros fatores, mais graves, que ajudam a entender as razões dos lavradores para terem ignorado o evento.

 

Leia matéria completa na edição impressa da FOLHA DO SUL que circula neste sábado.