Miguel Beth Castilho Mamani tinha 51 anos e era conhecido como “Bolívia”
Marcado para as 9:00h deste sábado, 13, o sepultamento do empresário Miguel Beth Castilho Mamani, encontrado morto ontem em sua casa, na cidade de Chupinguaia, acontecerá sob intensa boataria. Conhecido como “Bolívia”, ele tinha 51 anos e vivia na “Capital do Boi” há cerca de duas décadas.
Conforme apurou o FOLHA DO SUL ON LINE, o comerciante, dono de uma loja de variedades em Chupinguaia, estava acompanhando as obras no imóvel onde pretendia instalar uma segunda empresa, quando começou a passar mal e foi levado para casa.
Somente no dia seguinte, quando um suposto sócio foi procurá-lo, o encontrou sem vida. Após um perito de Vilhena, que foi ao local, liberar o corpo, que não apresentava sinais de violência, começaram a surgir rumores de que ele teria sido envenenado.
Uma mulher, com quem o comerciante mantinha uma relação turbulenta, chegou a ser detida ontem, em uma fazenda nas proximidades da área urbana de Chupinguaia. Ela teria sido trazia para Vilhena, mas ainda não há confirmação sobre seu interrogatório e o teor do que ela teria dito em depoimento.
As suspeitas, segundo informações não oficiais, recaem sobre a mulher porque imagens de câmeras de monitoramento mostram que ela teria sido a última pessoa a entrar na casa do comerciante, levando uma melancia. Também há rumores não confirmados de que mensagens trocadas entre ela e o parceiro, através do WhatsApp, teriam revelado supostas ameaças contra “Bolívia”.
O corpo foi examinado no Hospital Municipal de Chupinguaia, mas não veio para Vilhena, onde seria realizada a necropsia, procedimento médico que poderia confirmar ou descartar indícios de envenenamento.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 13 de Setembro de 2025, às 08:59