A Defensoria Pública de Cerejeiras tem agora um novo prédio. Na verdade, o órgão continua no mesmo imóvel, mas agora reformado. O local antigo, que funcionou até meados do ano passado, era uma “casa de morada”. Agora, os servidores da Defensoria estão num prédio adaptado para as necessidades do trabalho da entidade, com salas amplas, recepção e gabinete para o defensor.

Conforme já foi noticiado há cerca de dois anos pelo jornal FOLHA DO SUL, a versão impressa deste site, os servidores da Defensoria Pública estavam trabalhando numa casa alugada, que tinha sido construída para moradia, sendo imprópria para um órgão público. Na época, o defensor público Manoel Elias de Almeida, o único de Cerejeiras, tinha feito um pedido à prefeitura local, solicitando a doação de um terreno para a construção de um novo prédio para o órgão.

Desde então o terreno nunca foi doado pelo município. Mas, com recursos da própria Defensoria, foi reformada a antiga “casa de morada” e adaptada para as atividades dos servidores do órgão.

“Fizemos um acordo com o dono do imóvel e ele mesmo reformou o prédio. Agora ficou bem melhor para a gente trabalhar”, diz Manoel Elias, o defensor, ao site.

Na Defensoria Pública de Cerejeiras trabalham nove servidores, sendo duas assessoras (advogadas, mas que não são defensoras) e um defensor público (o único que pode fazer audiências no Fórum).

O órgão atende cerca de 100 pessoas por semana, sendo cerca de 400 ao mês, que não tem condições econômicas de pagar um advogado particular. Cerca de 70 a 80 por cento de todas as ações judiciais que são movidas em Cerejeiras passam, de uma forma ou de outra, pela Defensoria Pública do município.