A praga, que afeta laranja e limão, é o terror dos produtores
Recentemente, Rondônia recebeu o reconhecimento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para ser certificado com o status máximo de controle de pragas quarentenárias. O Estado agora é considerado área com praga ausente para cancro cítrico. O trabalho de inspeções no Posto Fiscal Portal da Amazônia, em Vilhena, e a fiscalização nas cidades da região contribuíram para a conquista, que deve beneficiar a comercialização da produção estadual.
A praga, que afeta laranja e limão, é o terror dos produtores, já que a citricultura apresenta potencial econômico elevado, principalmente para a produção da Lima ácida tahiti (limão tahiti), que, além de atender o consumo interno, é comercializada com outros Estados, como Acre, Amazonas e Mato Grosso. O cultivo é realizado principalmente como alternativa de renda nas pequenas propriedades rurais.
O impacto econômico da doença é causado pela desfolha das plantas, queda prematura frutos, depreciação da qualidade da produção devido às lesões que causam nos frutos e proibição a comercialização para áreas onde a praga não ocorre.
Em Vilhena são plantados atualmente cerca de 500 hectares de laranja, que rendem faturamento de aproximadamente R$ 2,5 mil por hectare.