Em 2013, o novo ano acontece perto da posse do novo governo do futuro presidente Xi Jinping, em março. Porém isso não necessariamente é um sinal de renovação na China, em um momento de expectativas sobre a retomada ou não da economia internacional, na análise de Gilmar Masiero, professor da USP e especialista no comércio com os países asiáticos.

Para os mais místicos, a serpente significa mudanças, desafios e sedução, mas também é marcada por catástrofes no passado. Os chineses acreditam cada vez menos nestas superstições, mas o governo percebeu que incentivar esta data significa aumento do consumo interno, como lembra o economista Elias Antunes, que viveu por muitos anos em países asiáticos.

E para quem ficou curioso para saber sobre como fica o clima de festejos no país, o tradutor mineiro Lucas Paio, em Pequim desde 2009, conta que ao contrário das comemorações ocidentais, o Ano Novo chinês é uma festa bem mais familiar do que entre amigos.