FOLHA DO SUL mostrou lixo e relatou som alto no local 

Recentemente, o jornal FOLHA DO SUL veiculou reportagem denunciando excessos cometidos na estrada que dá acesso ao aeroporto de Vilhena. Com base nas informações de um morador, foi noticiado que o local tem servido de palco para o consumo de drogas e atraído jovens que deixam lixo jogado nas proximidades.

Em respeito ao contraditório, a versão eletrônica do semanário pública agora a versão do comerciante Joel Debastian, veiculada em seu perfil no Facebook.

Leia abaixo, na íntegra, o desabafo do leitor:

'Vândalos invadem espaço de famílias em Vilhena'
Sim, esta é a matéria de capa de um jornal local, onde criticam e dizem que: ' Estrada do aeroporto deixa de ser alternativa para desportistas e vira espaço de baderna' 'Estrada do aeroporto de Vilhena é usada para rachas e baderna generalizada nos finais de semana' "Empresário denuncia descaso e afirma que já precisou acionar a polícia duas vezes para evitar tragédia no local' ' Garrafas quebradas e lixo acumulado na pista, além de darem aos visitantes péssima imagem da cidade, são perigosos" 
Me surpreendi com tantos ataques direcionados as pessoas que frequentam esse local (público), e como um jornal, autoriza uma publicação como esta. Até porque criticar o que não nos convém se torna muito fácil. 
Famílias vão a estrada do aeroporto caminhar, tomar um tereré, sentar e admirar o pôr do sol, atletas vão treinar ou simplesmente praticar algo que gostam. Ok. Tudo bem até aí, todos temos o direito de ir a onde quisermos. Mas será que essas pessoas fazem isso depois das 23hrs? Eu, particularmente nunca vi, até porque pra se admirar o pôr do sol ou fotografar, basta estar lá entre as 17/18 hrs, a não ser que as pessoas consigam ver o nascer do sol no Japão, ali da estrada. 
O local se tornou um ponto de diversão, um ponto de encontro, onde tem som alto, tem dança, tem bebidas, tem gente feliz! Mas tudo isso acontece como se fosse uma balada aberta e geralmente depois das 23hrs. Dentro do perímetro urbano não se pode fazer, proibiram, por vários motivos o principal: som alto atrapalha a vizinhança. Agora que as pessoas 'acharam' um local que frequentam apenas aos sábados e raramente aos domingos, onde não há vizinhos, onde não há fluxo de trânsito, onde não precisa pagar entrada, onde se sentem bem e livres, estão chamando essas pessoas de VÂNDALOS BADERNEIROS. 
Como em qualquer 'baladinha' acontece brigas, as pessoas jogam lixos no chão, mas é um caso isolado, que aconteceu pouquíssimas vzs, até porque a polícia geralmente está passando por lá o tempo todo. Agora lixo no chão é uma questão de educação, cada um poderia jogar seu lixo em um saco plástico e o jogar em local apropriado. 
Cada pessoa tem um 'hobby' e o das pessoas que frequentam o local é montar seus sons automotivos, reunir os amigos, fumar narguile, rir, se distrair... Infelizmente, dentro da cidade não há um local que se possa praticar todos esses 'hobbys' nem dentro de suas próprias casas! Já quem reclama disso tudo chamando as pessoas de VÂNDALOS ( que por sinal é uma palavra muito pesada) tem várias opções para seus hobbys: Aproximadamente 3 km na avenida Tancredo Neves para pista de caminhada e mais 5 km aproximadamente na avenida Paraná, frentes das lojas na avenida Major Amarantes, Praças públicas e ainda fecham a rua que passa em frente a Câmara de vereadores para suas atividades, impedindo o trânsito de veículos. Legal seria se os VÂNDALOS também tivessem opções como essas. 
A matéria que esse jornal colocou em circulação, não passa de uma implicância e difamação contra a população Vilhenense, parece que querem proibir mais uma vez o Livre arbítrio do cidadão.
Opinião de um VÂNDALO.