Implantado nos primórdios de Vilhena, numa área afastada do centro da área urbana, onde, para se chegar, era necessário caminhar algum tempo por entre a vegetação de cerrado, o c Cemitério Municipal Cristo Rei, hoje no meio da cidade e numa área bem valorizada, já começa a se aproximar de sua lotação. “Talvez suporte mais 7 ou 8 anos”, disse Adair Tibes, administrador do “campo santo”.
Tibes revelou alguns números à reportagem do FOLHA DO SUL ON LINE. Segundo ele, até o dia 20 de janeiro deste ano foram registrados 10 sepultamentos no Cemitério Municipal Cristo Rei.
Os números fornecidos pelo administrador mostram que em 2010 foram realizados 363 sepultamentos, sendo que 181 deles em jazigos familiares. Tibes explica que o sepultamento nos jazigos não subtrai espaço no cemitério porque é feita reutilização do local destinado ao caixão.
Por outro lado, houve 182 enterros realizados em covas -esses sim diminuem o espaço no cemitério.    
No ano passado foram 362 sepultamentos, dos quais 167 aconteceram no solo e outros 195 em jazigos.
De acordo com Tibes, o espaço que ainda resta no cemitério municipal deve ser preenchido nos próximos 7 ou 8 anos. No entanto, ele alega que as famílias que têm jazigos poderão continuar a enterrar seus entes queridos no cemitério Cristo Rei.
Tibes disse ainda que já há a preocupação da Prefeitura em localizar uma nova área para a implantação de um novo cemitério. Mas até o momento não há nenhum estudo, segundo o administrador, nesse sentido.