O Ministério Público irá acusar Elize Matsunaga por homicídio triplamente qualificado, com motivo torpe, meio cruel e sem chance de defesa para a vítima, e busca uma pena de, no mínimo, 25 anos para a mulher. Ela está em prisão temporária, que deve acabar no dia 21, mas o MP já pediu detenção preventiva até o dia do julgamento.
Para a promotoria, Elize matou o marido, o executivo Marcos Matsunaga, porque quis se vingar das traições e da forma como foi tratada e não foi um crime passional. A principal prova de que ela agiu por vingança, para o MP, são os exames dos legistas no corpo do empresário, já que o laudo do Instituto Médico Legal (IML) contradiz o depoimento dela.
A autópsia apontou que Marcos levou um tiro de cima para baixo, a poucos centímetros de distância e foi decapitado ainda vivo, pois o sufocamento com sangue foi apontado como uma das causas da morte.