Apesar da tecnologia, o avanço da internet e celulares com câmera fotográfica, muita gente ainda cultua o hábito de enviar cartões-postais. Viajantes de passagem por Vilhena procuram fotografias da cidade para enviar aos amigos distantes. Outros, adquirem estes cartões porque fazem coleção.
Pesque e Pague do Roque, Campus da Unir, Avenida Major Amarante, Balneário Piracolino, vista aérea. Estes são alguns dos cenários de Vilhena que compõem os postais elaborados pela empresária Veronete Ritzamann Pereira com fotos de Marclay Baissoni. Os cartões são comercializados na loja Art Nativa, à rua Quintino Cunha (centro).
De acordo com a agência central da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), o envio e o recebimento de cartões postais diminuíram, mas estão longe de serem extintos. Não dá para contabilizar o volume de cartões postados. O controle é feito pelos selos, que podem ser vendidos separados. Mas percebe-se que a maior parte dos cartões enviados daqui vão para fora do País.
Para mandar uma mensagem a um parente ou amigo distante ou apenas para registrar sua passagem por algum lugar inesquecível, o cartão-postal aparece como opção elegante e romântica.
Veronete abriu sua loja de decorações e presentes há dois. De cara, verificou na cidade a falta de artigos que servissem como “lembrança” de Vilhena. Foi aí que, além dos cartões-postais, começou a valorizar artesanatos com motivos regionais. “Os vilhenenses não costumam valorizar, mas muitas pessoas de outros estados em visita à cidade vêm aqui atrás destes materiais”, conta Veronete.