O pastor Sandro da Silva Pinto pode ter matado um homem no interior do estado de São Paulo e fugido para Rondônia. Pelo menos é o que diz uma “lenda” que correu os meios políticos de Vilhena depois que Sandro denunciou na última sexta-feira (23) o deputado federal Natan Donadon (PMDB).
O pastor foi lotado como assessor parlamentar no gabinete de Natan entre junho de 2006 e outubro de 2009. Depois que foi exonerado, ajuizou uma ação judicial no Fórum de Vilhena cobrando uma indenização de R$ 170 mil por perdas e danos morais. Sandro garante que pagava com seu salário, de R$ 4 mil e 346, as contas com hotéis, restaurantes, supermercados e até roupas para o deputado.
Paulista radicado há sete anos em Vilhena, Sandro teria um passado voltado para o crime. Ele nega, mas confirma que o boato existe. Sobre o suposto homicídio que lhe é atribuído, o ex-assessor afirma tratar-se de uma mentira que ele mesmo plantou. “Eu estava convivendo no meio de pessoas que contavam vantagens em tom ameaçador. Fiz isso [mentir] para me precaver, mas sou completamente limpo e da paz”, garante.