Cada época tem seu padrão de beleza. Das roliças retratadas nas pinturas da Renascença à magreza quase anoréxica celebrada em passarelas na década de 1990, chegamos hoje a um modelo de mulher de silhueta magra, mas curvilínea; rosto corado; seios fartos e cabelos longos, lisos e aloirados, replicadas em profusão na TV, nas revistas e na publicidade. Quanto mais hegemônico o ideal de beleza, maior o mal estar de quem não se encaixa na imagem. E maiores as chances de surgirem iniciativas de expressão pessoal contra o padrão. É o caso de três projetos colaborativos – ou seja, alimentados por quem está do outro lado da tela – que celebram a variedade das formas femininas.
Fonte:
IG
Publicado em 12 de Abril de 2013, às 19:06