Segundo o chacareiro Ildete Alves Amorim de 57 anos, morador da chácara Nova Esperança na Linha 135, Lote 13, zona rural de Vilhena, ele saiu de casa, como faz todos os dias que tem feira pública, para levar seus vizinhos para vender produtos agrícolas produzidos nas chácaras.
Ao retonar, na noite de sexta-feira (21) encontrou a corrente do cadeado que fecha a porta da residência serrada e a porta arrombada.
De acordo com informações do Agricultor, os invasores levaram, entre outras coisas, uma espingarda da marca Boito, calibre 32, uma espingarda de pressão da marca Rossi.
É mais uma arma nas mãos dos marginais de Vilhena. aliás duas, visto que segundo um “armeiro” (profissional que conserta armas) da cidade, que preferiu não se identificar, é possível adaptar uma espingarda de pressão para que ela passe a usar balas de calibre 22, tornando-a tão perigosa quanto uma arma convencional.