Através do canal “Seja o repórter”, ferramenta que permite aos leitores enviar notícias ou reclamações para a redação do FOLHA DO SUL ON LINE, um leitor da cidade de Ministro Andreazza “botou a boca no trombone” contra a Unir, criticando a demora na divulgação de resultados.
Identificando-se como Fernando Storary, o internauta fez o seguinte relato:
“Há cerca de um mês atrás deu-se o fim das inscrições para o processo seletivo para ingressar na Unir (Universidade Federal de Rondônia, que mais parece Universidade "Inrolada" de Rondônia). O total descaso que ela nos trata (vestibulandos, pré-calouros etc.) é vergonhoso. Humilhante.
Em meados de maio (05) do ano passado, a universidade anunciou que haveria duas mil e quinhentas (2500) vagas para o vestibular 2012. Chegou agosto - época em que geralmente é publicado o edital que contém informações sobre o vestibular -, e com o descaso com a opinião dos demais, como é de prache da única federal do nosso estado, anunciaram que não haveria prova do vestibular (da própria universidade) e que somente a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) seria usada. Outro ponto para a horrenda organização da única instituição de ensino de Rondônia.
No final do ano, após o natal, dia vinte e sete (27) fora aberto oficialmente as inscrições do processo seletivo Unir 2012. E, com ele, inúmeros problemas também vieram: problemas no site na hora da inscrição, informações errôneas e desencontradas quanto à divulgação do resultado. Enfim, passaram um mês (30 dias!) e nada foi feito. Até agora, a Unir é a única universidade federal que ainda não lançou as notas. E a justificativa plausível - ou a mais descarada que eles acharam para usar - foi que o MEC (Ministério da Educação) atrasou e não enviou todas as notas, que estão mandando de "pouco-à-pouco". Para ser mais claro, a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), publicou o edital com o resultado dos aprovados um dia após as notas do ENEM serem lançadas oficialmente.
Nós, vestibulandos da Unir, queremos o bem para a Universidade. Coisas desse tipo não podem acontecer. É inaceitável uma instituição federal ter tanta incompetência. É uma vergonha tal situação para a comunidade acadêmica rondoniense e cidadãos em geral”.