Outros quatro veículos de carga também estão “pregados” no trecho lamacento
O FOLHA DO SUL ON LINE conversou por telefone na tarde desta sexta-feira, 13, com um caminhoneiro de Cerejeiras que está “garrado” há 3 dias em um trecho de terra da BR 174, que liga Vilhena à cidade de Juína, em Mato Grosso.
Aos 35 anos, o motorista trabalha em uma grande empresa do agro no Sul de Rondônia, e estava indo levar sementes de milho para serem plantadas em uma fazenda da companhia naquela região do Estado vizinho, no momento em que atolou na estrada lamacenta exatamente no meio do percurso (a cerca de 120 km de Vilhena).
De acordo com o entrevistado, a situação é tão crítica que ele só não está passando fome porque outros caminhoneiros chegaram com alimentos, e ficaram “pregados” no mesmo lugar, onde a água do grupo também está acabando. A comunicação ainda está sendo possível porque uma das carretas possui internet que funciona por satélite.
Com a caçamba-graneleira de 9 eixos sem condições de sair sozinha do atoleiro, um colega tentou rebocá-la, mas não conseguiu. Uma viatura policial passou pelo hoje trecho, onde estão outros quatro veículos de carga, todos atolados, e prometeu acionar a prefeitura de Juína para tentar socorrer os carreteiros.
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Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 13 de Fevereiro de 2026, às 15:48