“Foram anjos, que levarei pelo resto da vida como referências de humanidade”
Após a autônoma Luciene Silva Carvalho, de 35 anos, gravar um vídeo para expressar sua gratidão a pessoas que ajudam a manter a casa de apoio “Amor e Vida” em Vilhena, o FOLHA DO SUL ON LINE ligou para ela, que relatou a luta que vem travando desde o dia 16 de dezembro, quando a mãe, Alverina da Silva Carvalho, 66, começou a apresentar os primeiros sintomas da Covid-19.
Moradora de Estrela de Rondônia, distrito de Rolim de Moura, a idosa foi internada primeiro na UPA e, depois, no hospital daquele município. A filha veio de Itapuã do Oeste para acompanhar Alverina, que no dia 24 de dezembro foi transferida para Vilhena.
Encaminhada por uma enfermeira da “Ala Covid” para a instituição que, além de pacientes em trânsito também acolhe pessoas que não têm onde ficar em Vilhena, Luciene citou nomes de várias voluntários da entidade para demonstrar sua gratidão. A enfermeira, aliás, é a idealizadora do projeto social.
“Nesse mundo em que ninguém estende a mão, o pessoal da casa de apoio me recebeu com o maior carinho e me garantiu um lugar para ficar enquanto minha mãe lutava pela vida na UTI. Foram anjos, que levarei pelo resto da vida como referências de humanidade”, disse a autônoma.
A mãe de Luciene, que já havia tomado duas doses da Coronavac, mais o reforço da Pfizer, não precisou ser intubada e deve receber alta nos próximos dias. CLIQUE ABAIXO e assista o vídeo.
Vídeo
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 10 de Janeiro de 2022, às 08:30