O artista plástico Carlos de Mello, 42, estará em Vilhena até aproximadamente o dia 5 janeiro de 2010, vendendo suas telas de veludo pintadas com tinta acrílica incandescente, no canteiro da rotatória da avenida Celso Mazzuti com a Rua Ezequiel Cassim.

O pintor de Recife (PE) viaja divulgando e comercializando seu trabalho há 20 anos. Ele conta que aprendeu a pintar sozinho aos 19 anos. Trabalhava como vendedor de quadros e admirava as paisagens que vendia e por se considerar um jovem traquino decidiu comprar as tintas e o tecido e fazer seu primeiro quadro.

Lembra que não queria tê-lo vendido, mas um casal se agradou tanto da pintura que pagou um preço alto que lhe permitiria comprar muitos materiais. Hoje sobrevive da arte. Suas Telas custam de R$ 15 a R$ 1 mil. E garante que o dinheiro que ganha dá para viver dignamente.

Está vindo da Bolívia e seu próximo paradeiro é o estado de Mato Grosso, diz ter gostado de Vilhena, mas não de todas as cidades de Rondônia. Durante os três dias que está aqui já vendeu 80 quadros.