Acusado teria dito que o outro “só voltaria para sua cidade natal dentro de um caixão
Ontem, um desentendimento entre trabalhadores que chegam na cidade de Chupinguaia para trabalhar no frigorífico Minerva, acabou sendo denunciado no quartel da PM daquela cidade. Segundo o que foi apresentado à corporação, um homem estaria portando um facão e fazendo ameaças no local.
O mesmo homem, segundo a denunciante, havia se envolvido em um desentendimento durante a madrugada e encontrava-se dentro do alojamento na posse do facão, arma que é proibida dentro das instalações para os trabalhadores.
Ao comparecer ao alojamento, os policiais encontraram a arma e ouviram o denunciado, que negou qualquer desavença ou ameaça a colegas, argumentando que tinha comprado o facão para fazer a pode de árvores em seus momentos de folga.
Por volta das 11:00h de ontem, um homem procurou o quartel para denunciar a mesma situação: disse que havia tomado conhecimento, ainda durante a madrugada, que o homem do facão estaria fazendo ameaças contra ele.
Ao encontrar o autor das ameaças bebendo em uma distribuidora, a vítima decidiu tirar satisfações com ele e ambos entraram em luta corporal. Após a briga, o alvo das ameaças retornou ao alojamento, e soube, por outros trabalhadores, que o colega tinha comprado o facão.
A partir disso, o denunciante supostamente jurado de morte passou a temer pela própria vida, pois o outro teria dito que iria “cortar o seu pescoço” e que ele “só voltaria para sua cidade natal dentro de um caixão”. Por isso, ele procurou a PM de Chupinguaia, que voltou ao alojamento, mas não conseguiu localizar o suspeito.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 07 de Setembro de 2025, às 07:52