Produto com pagamento antecipado é anunciado em grupos no WhatsApp
 
Pelo menos três pessoas foram vítimas do “golpe do açaí”, que vem sendo aplicado na cidade de Cerejeiras nos últimos dias. O produto é anunciado em grupos no WhatsApp, mas a promessa de entrega é feita apenas para quem paga antecipadamente através de pix. O que acaba não acontecendo após o pagamento.
 
Uma moradora da cidade denunciou o caso ao FOLHA DO SUL, após simular interesse na compra, mas receber a informação de que o produto seria entregue em 15 minutos, porém, somente após a apresentação do comprovante da transferência via pix.
 
A reportagem também manteve contato com o suposto vendedor de açaí, que disse fazer entregas também em Vilhena. A pessoa que respondeu a mensagem explicou que o valor era de R$ 18,00 o litro, mas a garrafa pet com o dobro da quantidade sairia por R$ 34,00.
 
Após essa informação, o site explicou que estava apurando a denúncia de golpe e pediu que o dono do perfil no aplicativo, que chama de “anjo” todas as pessoas que lhe enviam mensagens, desse sua versão ou dissesse o endereço de onde despachava as entregas.
 
Após os pedidos deste veículo serem ignorados, o site usou o número de CPF deixado para receber os pagamentos por pix, para identificar o homem, que tem dois perfis no Facebook, mas ambos bloqueados. O DDD 98 usado pelo acusado é da região metropolitana de São Luís, capital do Maranhão.  
 
ESCLARECIMENTO
A imagem usada nesta reportagem é a mesma que o suposto estelionatário expões nos grupos para anunciar o produto “fake”. Não há confirmação de que a marca esteja envolvida na fraude.