Sílvio Fernando Maraschin lembra que existe vacina contra dengue no SUS
Ainda internado no hospital particular Cooperar, em Vilhena, onde passou dois dias na UTI, o advogado Sílvio Fernando Maraschin é a prova de que não se deve facilitar com a dengue, doença que tem “derrubado” várias pessoas na cidade.
Atuando em um órgão federal na cidade de Sapezal (MT), para onde se mudou dois anos e meio atrás, o profissional do Direito de 39 anos contraiu a forma mais severa da dengue, e ficou cinco dias internado até seu quadro clínico se agravar e os médicos recomendarem que ele fosse transferido para Vilhena.
Aqui, onde residem muitos de seus familiares, Maraschin soube por eles que Vilhena enfrenta um surto de dengue e de Chikungunya. Por causa da quantidade de casos, que aumenta a cada dia, unidades de saúde locais vivem lotadas.
O advogado explica que, no caso dele, a dengue atacou duramente o seu fígado. Ele diz que os efeitos do vírus no organismo são devastadores, e recomenda que as pessoas façam sua parte para evitar a proliferação do mosquito transmissor, tanto da dengue quanto da Chikungunya e da zika.
O vilhenense, que recebeu alta da UTI, mas continua internado, contraiu a doença na cidade mato-grossense onde reside, e lembra que já existe vacina disponível contra a dengue oferecida através do SUS; também orienta que a população se cuide para evitar a infecção.
Dos 24 óbitos por chikungunya registrados em todo o país neste ano, 20 ocorreram em Mato Grosso, onde o advogado que vivia em Vilhena desde os 5 anos reside atualmente. Os dados foram apurados este mês pelo Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde, o que representa 83% dos casos no Brasil.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 21 de Março de 2025, às 17:20